28 outubro, 2007

Jeremiah The Blues Spider-

Só pra variar um pouco o blog, pois ficar publicando só sketches tá ficando maçante, vou postar um desenho vetorizado que foi feito para meu interminável novo site - é o link pra a seção 'Links Legais'. Sequer me lembro se já postei isso...

14 outubro, 2007

It's NOT a date!


Diabos! Beber com amigas nunca termina como começa... i never learn...

02 outubro, 2007

Teen Titans sketch


Espero publicar em breve a versão colorizada...

15 setembro, 2007

The American Dream


And if i show you my dark side
Will you still hold me tonight?

And if i open my heart to you
And show you my weak side

What would you do?

08 setembro, 2007

Daredevil


Voltando ao meu velho estilo de desenho, quando eu "recebo" o espírito de velhas influências, como Bernie Wrightson e Carmine Infantino... o Infantino é um caso curioso, porque eu ODEIO o estilo dele e ao mesmo tempo me sinto fascinado pela maneira como ele consegue transmitir movimento em suas figuras... Eu conheci o trabalho dele nas histórias da Mulher-Aranha e do Nova (grande fase!), quando seu exagero em retratar corpos parecia deixá-los como se fossem de borracha esticada, em constante tensão. Não gosto do Flash sob seu lápis (Irv Novik é o artista definitivo do Flash pra mim).

E minha frustração sempre foi ser incapaz de desenhar como o Rei Kirby... mas Bernie Wrightson e Jack Davies amenizaram as frustrações. PÔ, só faltava essa! ...Querer imitar o REI!!!!... cada uma....

01 setembro, 2007

The Bird and The Bat


Essa me venceu pela falta de tempo que estou tendo de uns tempos pra cá. Influenciado por uma das melhores capas que o Brian Bolland já fez pro gibi (não adianta, eu adoro falar gibi!) do Animal Man (edição #28) eu fiz o encontro entre o Falcão Azul e o Morcego. A ilustração aqui apresentada está incompleta, pois meu sketch inclui também o Robin tendo a perna prestes a ser "degustada" pelo Bionicão (em uma versão bem legal). Como não sei quando terei tempo de terminar tudo, resolvi publicar apenas o que já estava pronto. Espero para breve poder postar o trabalho na íntegra.

19 agosto, 2007

The watch makes a man!


De todas as mudanças e subtrações que o vestuário masculino tem sofrido, há algo que eu não consigo aceitar: Ninguém mais usa relógio de pulso! Eu não passei por isso, mas usar terno um dia não foi apenas obrigação profissional - pra falar a verdade eu até que acho terno uma coisa sacal... Mas usar chapéu é algo fabuloso, tem estilo, é algo... i give up, can't explain!
De uns tempos pra cá não tenho usado relógio, pois o meu, edição comemorativa dos 60 anos de criação do Superman, simplesmente pifou e após levar ao relojoeiro fiquei sabendo que é impossível consertá-lo por completo... SHIT!!!
Eu sou um cara viciado em horas, tudo o que eu faço segue uma metodologia crivada em horas e minutos, sem um relógio eu me sinto absolutamente inseguro do mundo ao meu redor.
Então, imagine o que é andar pelas ruas, pela cidade e precisar perguntar horas pra alguém...Ultimamente quando faço isso - abordar um pedestre sobre as horas - ninguém mais ergue o braço e olha pro pulso, mas sim, pára, põe a mão no bolso ou na mochila e saca um celular pra me informar que horas são (o que já é um tormento, pois demora pra caramba).

Mas que diabos está acontecendo?!?!?! Eu admito, é minha crescente rabujice se fazendo mais latente, mas não posso deixar de gerar um pensamento de antipatia intelectual por alguém que prefere um celular a um relógio. Pra mim é alguém menos servido em cultura e bons costumes. Preferir um celular a um relógio é o mesmo que preferir Justin Timberlake a Frank Sinatra. Gotcha?

16 agosto, 2007

Elvis


Existe uma curiosidade sobre o inconsciente coletivo que diz que todo mundo que viveu a época se lembra exatamente onde estava e o que fazia quando soube do assassinato de John Kennedy. Bom, eu não tinha nascido ainda pra hoje em dia comprovar se isso é papo furado ou não...

Talvez não seja, porque este mês de agosto marca o 30º aniversário da morte de Elvis (um ícone tão forte quanto JFK) e é incrível como a lembrança disso é nítida em minha cabeça!

Eu tinha 8 anos de idade e, como de costume, meu velho foi me buscar de bicicleta no colégio. No caminho ele permaneceu calado ainda que já soubesse da notícia (ele tinha esse hábito de nunca falar sobre coisas que mexeriam com o emocional dos filhos, fossem coisas boas ou más, preferia deixar que descobrissem sozinhos). A cem metros do portão de casa eu ouvi o rádio em um som altíssimo, tocando It's Now or Never - eu odiava isso e me perguntava por que insistiam tanto em tocar essas músicas da fase mambo-brega do Elvis...o que havia de mal em tocar sua fase rocker?
Well, minha mãe não costumava ouvir rádio num volume tão alto e quando eu entrei em casa, ao invés do costumeiro beijo e do "como foi na escola hoje?", eu ouvi dela um certeiro e urgente "O ELVIS MORREU!"
Deve ter sido meu primeiro contato com a idéia de morte e perda de alguém que eu conhecia e gostava, não me lembro de nada anterior do tipo.
Demorou um pouco pra cair a ficha, mas o dia foi coberto por uma gigantesca avalanche de músicas no rádio, programas, noticiários e filmes na TV em homenagem ao Rei, depoimentos de fãs e personalidades... isso durou um mês inteiro e quando parecia acalmar, vinha a comemoração de um mês da morte; depois a de dois meses, de um ano... e hoje faz-se trinta anos !...

Eu devo confessar que à época eu derramei algumas lágrimas pelo fato. Escrevendo isso agora, e ao som de One Night, tenho vontade de derramar mais algumas, mas desta vez não é apenas pelo Elvis, mas sim por tudo o que passou e fez parte destes 30 anos. Afinal, isso é o tempo de uma vida e muita coisa aconteceu no caminho - perdas, ganhos, não importa...É bom saber que lembrar desta data também traz muitas outras pessoas e circunstâncias à memória. Parafraseando o Lennon: Elvis, we love you!

21 julho, 2007

Unfinished Poison...


Este desenho está no blog errado, mas veio parar aqui porque, pra testar, resolvi ver como ele ficaria colorido. No meio do processo eu me arrependi e resolvi parar com a pintura, apesar de estar ficando interessante. No final (final?) o resultado até que ficou legal, esse ar de work in progress...

14 julho, 2007

Fla!!!


Estou longe de ser o Sr. Rock'n'Roll, mas tem certas coisas que eu não consigo entender: Como é que se paga tanto pau pra um som como Wild Horses? Ok, é uma baladinha legal, mas é só isso! Num discaço (na minha opinião o melhor dos Stones) como o Stick Fingers esse é o som mais fraquinho... E, no entanto, uma PUTA baladaça - está entre minhas top five das baladas rockeiras - como Sway nunca é lembrada!!

Acontece o mesmo com Sail Away, mas aí tudo bem, tem Burn e Mistreated pra cobrir, é compreensível...mesmo assim é uma injustiça ela ser tão relegada... E Subdivisions? Rock All Over You? Old Brown Shoes? Hollow Man? Turning Circles? E a versão do Frehley pra 2000 Man??????? Bom, deixa pra lá... e antes que eu me esqueça, o Flamengo dos anos 80 foi o maior time que eu já vi jogar...

07 julho, 2007

Indiana


Mais uma capa para um romance fictício no estilo pulp. E nada melhor do que usar uma das maiores homenagens já feitas para o cinema B: Indiana Jones. Aqui, eu uni alguns dos clichês básicos de seus filmes - nazistas e múmias. Pra não perder o costume, preferi usar uma garota nazista (mas desta vez ela está beeeem vestida, viu "Dona" Claudia?).

Achei que seria legal não usar o nome Indiana e nem mesmo o logotipo conhecido... já está batida aquela fonte. Acredito que utilizar o nome Professor Jones daria um clima mais condizente com a cena - aquela coisa: arqueologia, escavações, línguas mortas...é o trampo do cara, além dele ser mesmo professor.

Quanto ao autor do livro, o Kurt McFaddon, bem, essa é uma daquelas deliciosas bobagens que existem na internet: há um site chamado Rock Star Name que, ao você digitar seu nome em um box, cria seu nome artístico. Que baboseira!! O meu seria Kurt McFaddon...fico imaginando que estilo de Rock um cara com esse nome tocaria... talvez algo na linha do Sonic Youth, ou algo mais voltado pro jazz-rock, como os Zombies ou Steely Dan (adoro o Steely Dan!).

PS- Meus agradecimentos a Polyanna por ter posado como modelo para a estatueta do gato.

30 junho, 2007

Sonja


Nossa, eu ia colocar um texto sobre essa ilustração, mas acabo de pegar um email comentando meus desenhos... QUE ENGRAÇADO! Depois eu comento...

23 junho, 2007

Dark Entries


A melhor banda gótica de todos os tempos! Peter Murphy é o verdadeiro deus das trevas...

I DARE YOU!!!

16 junho, 2007

Retropol-Tiki Attack!


Certo, here i go again. Conforme eu disse no post anterior, eu tinha a intenção de fazer um desenho do Retropol, mas na primeira tentativa a coisa mudou completamente. Bom, logo que terminei a ilustração que viria a ser o Space Ranger, passei pro plano original. E desta vez ficou exatamente como eu queria. Nesta cena uma de nossas patrulheiras se depara com um esquadrão de aborígenes galáticos e... e sei lá, oras! É apenas uma cena que me veio a cabeça enquanto eu lembrava de uma música com um dos nomes mais legais de todo o Rock'n'Roll: "The Enemy God Dances With The Black Spirits", do ELP. Um sonzaço do Carl Palmer onde o cara destrói na batera... Pra quem não sabe, está no Works. Mas de que adianta falar isso? Como disse o George Martin, a internet e o MP3 mataram o conceito de album... se você quiser, é só baixar uma música solta, um fragmento da idéia toda...

09 junho, 2007

Space Ranger


Não, não é um desenho feito durante uma audição de um CD do White Stripes ou o Diver Down do Van Halen. Na verdade é o tipo de projeto que termina na prática totalmente inverso ao seu começo em teoria. Minha intenção era fazer mais um desenho da série Retropol, dessa vez algo mais puxado para um visual pulp, assim como aquele desenho do Hellboy e Miracleman, mas colorido com guache. Só que, geralmente, quando eu não faço um esboço a lápis antes e passo pro computador depois, a coisa sai totalmente diferente. E assim foi desta vez. Resolvi desenhar diretamente no Illustrator e depois de fazer o sketch - se é que pode-se chamar de sketch um desenho vetorial - do personagem, todo anguloso, parei e observei suas formas. Aquilo estava muito legal pra alterar, e decidi fazer apenas pequenas mudanças, bem sutis, até que acabei tendo o desenho de um astronauta disparando contra o nada. E já que eu havia feito o desenho sobre um fundo vermelho (eu DETESTO desenhar em fundos brancos, por isso, quando posso, sempre escolho uma cor, seja lá qual for, pra desenhar algo) por que não fazê-lo monocromático?
Bom, já deu pra notar que a idéia original já havia ido pro espaço (desculpem...). De pulp a coisa toda já tinha migrado pra pop art e pra não perder o foco (desculpem novamente) apenas incluí um alvo gigante de fundo. Se eu houvesse feito o projeto original a coisa toda levaria uns dois ou três dias pra finalizar...da maneira como ficou gastei de 30 a 40 minutos (sem contar com as interrupções de dezenas de patas pisando no teclado ou subindo no monitor, querendo brincar e pegar a seta do mouse na tela do computador).

02 junho, 2007

Winter


I once had a girl
or should i say
she once had me?
Ahnn...desculpem pela pieguice... o frio me deixa um tanto quanto tolo, uma melancolia deveras agradável... Isso requer um capuccino e algumas cachimbadas... com licença...

12 maio, 2007

Shaken, not stirred...


Só pra relembrar minhas raízes lounge...

05 maio, 2007

Run to the Hills


White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes, he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard
we fought him well
Out on the plains
we gave him hell
But many came too much for Cree
Oh will we ever be set free?

28 abril, 2007

Dogowar


Errr... tá certo, eu admito que foi um trocadilho infame com o Manowar, mas até que ficou engraçado... Estava lendo Cães de Guerra, um livro de RPG do meu grande amigo Thiago "take no prisoners" Augusto e resolvi fazer algo sobre o tema. Na verdade, no tempo em que esse livro estava sendo produzido eu tive certa participação, se bem que minha vontade era ter desenhado ele. Mas foi em uma época em que eu ainda estava engatinhando quanto aos meus desenhos digitais e sem vontade e confiança alguma de pegar em um lápis novamente. Sem dizer que já havia alguém mais do que competente escalado pra tarefa. E provavelmente meu estilo seja cartoon demais e fuja da proposta do livro. Quem sabe um dia quando pintar um RPG de lounge ou em um mundo retrô. Bom, foda-se, o fato é que esse soldado também teve uma pitada de Sgt.Rock, como seria inevitável ter, dado que eu sou fã do personagem.