22 julho, 2006

Nova


Mais um tremendo herói que se perdeu... Nova #01, 1ª série, continua sendo uma das melhores edições de estréia que já li. A Marvel, desde essa época, já mostrava sua "competência", cancelando a revista do herói com uma saga em andamento. Depois deu um jeito "nas coxas" pra terminar a história na revista do Quarteto Fantástico. What a shame...

"...Green Lantern's light!"


Outro ícone das HQs: Hal Jordan, o "Homem de Verde"! HAHAHA, foi esse o nome que ele ganhou na dublagem brasileira da série animada dos anos 60. Eu sempre ia às bancas de jornais e perguntava: - "Tem a revista do Homem De Verde?", e, claro, nunca tinha. Putz, que roubada...

Capitão Marvel X Superman


Não existe confronto de maior grandeza e classe entre dois superseres das HQs do que esse. Esqueçamos aquelas brigas de crianças, tipo Hulk vs.Coisa, Thor vs. Hércules e outras bobagens.Capitão Marvel vs. Superman é o "Barcelona X Real Madrid" dos quadrinhos (só não vou entrar na questão de quem é qual...).

The Speedster


Sem enrolação: Barry Allen, o maior herói do mundo!

Space Ace


O primeiro guitar hero a gente nunca esquece. O Kiss foi a primeira banda "oficialmente" hard/heavy que eu curti. E enquanto todo mundo era fã do Gene Simmons, eu era fanático pelo Ace Frehley. Eu achava muito mais legal todo aquele lance de ficção científica, raios disparados da guitarra, o cara voando sobre a platéia...sem contar que, dos quatro, ele era o mais rockeiro. Ok, o Frehley não é um virtuose do instrumento, mas não há como negar que o cara influenciou toda uma geração. Junto a Jimmy Page e Mick Ronson ele forma a minha santa trindade de guitarristas.

30 junho, 2006

Maximum R&B



Pra mim, só um cara supera as performances do Iggy Pop: Pete Townshend (obviamente até o fim dos seventies...parece que o tempo pesou muito mais pra ele que para o Iggy). É espantosa a energia que ele liberava no palco! A gente sente a fúria do cara na pele. Basta o ver tocando Baba O'Riley ou Won't Get Fooled Again no filme The Kids Are Alright pra também querer sair quebrando tudo. Ainda bem que deixou seguidores fiéis como a Cachorro Grande, que executa com maestria as lições do líder do The Who.

18 junho, 2006

É Tricolooor... ÔÔÔÔÔ...


Tudo bem, os tempos de outrora eram mais puros, mais singelos, e um velhinho santo como símbolo era até uma virtude de se adotar como mascote, mas, PERALÁ!! Estamos vivendo outra era, mais crua, mais violenta, mais cinza. Dá pra levar a sério que o melhor time da América do Sul, o tricampeão mundial, o mais vencedor dos clubes brasileiros, um dos mais respeitados do mundo tenha como mascote um velhinho bonachão, careca, de bochechas rosadas e de aparência que não impressiona nem sua avó?Resolvi fazer minha versão, mas nada ultra-violento como um velho maluco com um facão ou coisa parecida...Simplesmente coloquei um capuz num velhinho mais magricela e um cajado com a bandeira tricolor. Acho que deu um ar de mistério no personagem e ficou muito mais respeitoso que um gorducho careca com cara de anão da Branca de Neve.

Fora porco imundo!


Não dá pra entender como o Palmeiras resolveu adotar como mascote um insulto de seu maior rival! E é um insulto e tanto! Ter encontrado virtudes em ser associado a um porco é de um otimismo hercúleo!! É inaceitável um negócio desses, seria o mesmo que o São Paulo adotar o Bambi como símbolo.O que há de errado com o papagaio? É uma ave simpática a todos, é divertida, inteligente, tem malandragem... então, por que abrir mão dela por um porco criado pelos rivais?ABAIXO O SUÍNO! VIVA O PAPAGAIO!!

Raposa


Esse é em homenagem ao meu velho, que era fanático pelo futebol do Tostão. Sem falar que eu acho o uniforme do Cruzeiro o mais bonito do Brasil, tem o escudo mais legal de todos e a mascote mais criativa. Apesar dessa babação toda, em Minas eu torço pro Galo, que teve o meu primeiro ídolo do futebol em suas fileiras: Toninho Cerezo.

04 junho, 2006

Selling England by the Pound


Ter um bloco de papel e lápis em mãos quando estou ouvindo Genesis fatalmente vai resultar em algum sketch em estilo vitoriano. E é assim que eu acho que deveriam ser as ilustrações de livros infantis. Acho que só esse estilo consegue transmitir aquele clima de magia e mistério que as fábulas possuem.Entre os primeiros livros que tive em infância estava uma coleção de 1949 do Sítio do Pica-Pau Amarelo. Uma coleção linda, já de páginas amareladas pelo tempo àquela época.Aqui minha versão do Visconde de Sabugosa.

03 junho, 2006

Capitão Feio


Até o começo dos anos 80, a Turma da Mônica tinha um apelo muito grande não apenas entre as crianças, mas também entre a marmanjada. Sei lá, as histórias eram mais legais, os personagens eram moleques mesmo, não um bando de criancinhas fofinhas e bundas-moles. Até mesmo o traço dos desenhos era mais underground.Um de meus preferidos era o Capitão Feio. Aqui está minha versão.

Peace is a dirty word


Eu já era apaixonado pelo som do Cult, com aquela idéia dos caras de reinventar a psicodelia nos anos 80 mesclada ao positive punk, mas quando lançaram o Electric, em 1987, eu pirei! Desde o conceito da capa do disco até o último acorde de guitarra, tudo é uma ode ao melhor que o hard rock já produziu. É meu disco favorito.